"Não somos donos da verdade, não vamos impor rotina ou restrição. Vamos trocar experiências"

Chegou a hora de conhecer o Armando Nader, nosso Analista de Performance

Armando Nader é, atualmente, nosso Analista de Performance de Influência Digital. Mas antes disso, ele foi o responsável por estruturar toda a comunicação via e-mail e SMS da Sallve. Esse goianiense chegou por aqui como estagiário, foi efetivado e tem muitas histórias boas e cheias de aprendizados pra contar. Então, todos atentos!

Pra começar, vamos deixar que ele mesmo se apresente. “Nasci e cresci em Goiânia e me mudei pra São Paulo com 17 anos. Vim pra estudar, mas também de alguma maneira ser mais independente. Eu ‘fui assumido’ aos 14 anos quando morava com meus pais. Todo o processo foi bem difícil e só se amenizou meses antes do vestibular, quando minha mudança de cidade já estava certa”, relembrou.

“Por ter chegado esperando uma mudança de perspectiva e liberdade em relação à minha sexualidade, me decepcionei muito com a realidade que encontrei na Escola Politécnica da USP e, com um grupo de amigos, participei da fundação da Frente PoliPride, coletivo LGBTQIA+ da faculdade. E, desde então, discussões sobre diversidade, inclusão, igualdade, questões sociais me interessam muito e me motivam imensamente”, contou.

Junto com coletivo, Armando criou a SEDEP (Semana de Diversidade da Escola Politécnica), que foi a maior semana acadêmica da USP, e trouxe nomes conhecidos, como Eduardo Suplicy, Laerte, Artur Santoro, Pepita, entre outros, para discutirem diversidade sexual, de gênero, racial e de classe dentro da Poli.

Além de toda luta por diversidade e igualdade, o Armando contou também sobre algumas outras paixões. Entre elas, uma que muita gente ama e certamente vai se identificar: plantas <3. “Comprei mais de 35 plantas na quarentena, SOS”, disse. “Também gosto muito de arte, teatro e música, principalmente”, revelou ainda.

Vem saber mais sobre o Armando Nader e aprender um pouquinho sobre a área de Performance da Sallve:

O que você faz por aqui?

Eu fui responsável por estruturar toda nossa comunicação via e-mail e SMS do zero, entrei em abril do ano passado, quando não tínhamos produto, tínhamos o blog, o Instagram, o quiz da pele e as news (por email). Entrei como estagiário de CRM com essa tarefa de colocar de pé nossos e-mails e SMS criando uma estratégia de vendas e relacionamento de acordo com nossos valores, fui efetivado analista em dezembro e, desde fevereiro, eu me tornei Analista de Performance de Influência Digital, trabalhando agora mais próximo do time da Laís (Bemerguy, Head of Brand Marketing da Sallve) com as parcerias da marca com criadores de conteúdo.

Como chegou na Sallve?

Eu estagiava em outro e-commerce de beleza, já seguia e conhecia a marca por conta do trabalho e da Julia Petit. Um belo dia, no meio do expediente, recebi uma mensagem da Marcia (Netto, co-fundadora da Sallve e nossa Chief Growth Officer) no LinkedIn. De imediato, fiquei paralisado e muito feliz, batemos um papo e eu vi que queria participar desse sonho.

Eu já admirava os valores da marca e a comunicação, antes mesmo dos produtos, e ouvir de uma das sócias todos os planos e ambições de tornar o mercado de beleza e a internet mais inclusivas e democráticas, foi a confirmação da minha paixão pelo que a Sallve queria se tornar.

Quando a Marcia me disse que estava procurando um engenheiro com alma de humanas, então, eu falei: sou eu!

Como é trabalhar em uma empresa que divide os teus interesses em diversidade, inclusão, questões sociais? Isso inspira outros a seguirem o mesmo caminho?

Desde a minha primeira conversa com a Marcia, eu falei do PoliPride, e eu senti daquele momento em diante que isso era um diferencial pra mim no processo. E conhecendo depois as nossas diretrizes de inclusão e diversidade, esse sentimento de valorização dessa pauta só foram crescendo.

Desde as discussões internas, o espaço que eu tive para fazer o 1º Aprende Comigo [série interna da empresa para dividir conhecimentos] sobre diversidade sexual e de gênero e a causa LGBTQIA+, até no uso de linguagem simples, em tentar não restringir cuidados com a pele a um público específico, feminino e hétero, o que pra fora da Sallve, com certeza impacta o mercado de beleza como um todo.

Mas essa preocupação e interesse, por mais sutil que possa parecer pra quem não se identifica tanto com a causa, me permite uma liberdade que não tive em outros lugares, ou que tive que conquistar com certo esforço por onde fui.

Digo muito que como sou gay cis gênero e gozo dos privilégios da branquitude e de uma certa “passibilidade hetero", sempre existe um momento inicial, onde é necessário avaliar o ambiente, entender até que extensão da minha vida pessoal pode ser compartilhada e, na Sallve, nunca senti isso.

A Sallve tem uma forma próxima de se comunicar com a comunidade. Como isso impacta a área de Performance? O que fazemos diferente?

A Sallve tem uma mentalidade de performance como qualquer startup. Somos uma empresa que preza pelo crescimento acelerado que o formato de novas empresas como a nossa permite. Porém, estamos provando que esse crescimento não precisa ser baseado em inadequação (gerar sentimento de "ser ou estar errado" nos consumidores para vender a solução), mas sim em educação, proximidade e conteúdo.

Tenho muito orgulho do nosso time de performance, por não "questionar" o marketing padrão do mercado de beleza, mas simplesmente não considerá-lo. Nós temos algumas perguntas chaves que exemplificam nossos valores de performance muito bem que são: "quanto crescemos semana passada?", "você conheceu alguém diferente hoje?". Tenho elas no meu computador e tenho certeza de que elas nos direcionam diariamente.

O "jeito Sallve", do tom de voz, ao não-estrangeirismo (coisa que confesso que o time de performance peca mais que outros times internamente haha) à consideração do nosso público como uma comunidade, a valorização do conteúdo entregue em mídia, em ações e campanhas, bem como QUEM vai passar esse conteúdo, ao nosso Instagram, nosso site, o blog, todo o nosso universo são parte da nossa alta performance e prova de que "dá pra fazer diferente" (que é uma das perguntas, mas eu transformo ela aqui em afirmação).

Você foi responsável por estruturar a nossa comunicação via e-mail/SMS. Pode dar dicas de como ter sucesso nessa área?

Desde o início, lá em abril do ano passado, uma coisa que me chamou muita atenção no jeito como iríamos estruturar nossa comunicação via e-mail e SMS, foi a preocupação de ser uma comunicação tranquila e de troca.

Como tudo na Sallve, nossa comunicação foi construída pensando na comunidade, em uma frequência de contatos confortável, conteúdo de qualidade, que elucide sobre os benefícios dos nossos produtos e ingredientes.

Então, se fosse pra listar as dicas seriam:

  • Conhecer sua comunidade
  • Oferecer conteúdo que seja relevante para ela em uma frequência que seja confortável
  • Seja aberto a troca, conversa.

Vejo a Sallve muito como esse lugar de conversa. Não somos donos da verdade, não vamos impor rotina ou restrição ou necessidades, mas vamos trocar experiências, explicar muito bem as nossas fórmulas e tudo que fazemos de maneira simples, tentando mostrar o porquê de sermos apaixonados por tudo que fazemos.

vamos conversar?

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