Luz Azul x luz visível: o que é e como se proteger

Afinal de contas, o que é a luz azul? E por que é importante proteger a pele dos seus efeitos?

luz azul

Não é de hoje que estamos ouvindo falar sobre os malefícios da tal da luz azul. Emanada por todas as telas ao nosso redor - de televisões a celulares -, ela se tornou daqueles inimigos unânimes de quem é minimamente ligado em skincare.

Antes disso, verdade, médicos já alertavam sobre como a exposição constante à luz azul é ruim não só para os nossos olhos como para o nosso sono. Mas foi em 2019 que a preocupação se voltou para a pele - quando a plataforma de buscas Stylight registrou um aumento de 136% nas buscas em torno de "skincare para luz azul". Em maio de 2020, no auge da primeira onda da pandemia, mais um salto: o aumento registrado naquele mês foi de 336%. Naturalmente, aliás: afinal, nunca passamos tanto tempo na frente do computador ou com o celular em punho, pulando das telas de trabalho para a televisão ao fim do dia.

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Tá, mas o que é a luz azul?

"A luz azul é um espectro dentro da luz visível, que é basicamente a parte da luz que a gente vê. A luz visível tem um espectro de radiação entre 400nm e 750nm de comprimento de onda. A luz azul, por sua vez fica localizada ali perto dos 450nm e é a mais falada agora por conta de novos estudos que foram divulgados", explica Marcus Amaral, do time da Sallve: "Enquanto o sol emite todo esse espectro de radiação, incluindo a luz azul, raios infravermelhos e UV, entre outros, computadores e outras telas emitem no espectro da luz visível".

Novos estudos científicos vêm mostrando que mais radiações do espectro da luz visível também possuem efeitos sobre a saúde da pele. Esses efeitos não são necessariamente tão nocivos como a radiação UV, mas também agem provocando danos, como é o caso da luz azul.

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Em 2018, durante o Congresso da EADV (European Academy of Dermatology and Venereology), em Paris, o Dr. Ludger Kolbe apresentou os resultados do estudo científico sobre o impacto da luz azul, oriunda de telas eletrônicas, sobre a pele. De acordo com os resultados de sua pesquisa, a luz azul emitida por telas é praticamente indetectável quando comparada à luz azul natural, emitida pelo sol. Em comparação, para melhor entendimento, foi mostrado que estar exposto durante 1 semana, sem interrupções, a uma tela de aparelho eletrônico que está a 30cm da pele do rosto, equivale a estar exposto durante 1 minuto ao ar-livre em Hamburgo, Alemanha, sob o sol de meio-dia.

E ela pode mesmo causar danos à pele?

Se você já ouviu falar que a exposição à luz azul pode danos à pele, saiba que é verdade - mesmo que ainda não haja muitos estudos robustos sobre o tema. Enquanto os raios ultravioleta agem diretamente no DNA das células da sua pele, a luz azul deteriora o colágeno da sua pele por oxidação, além de provocar o aparecimento de manchas na pele. E aí o que acontece?

A luz azul pode manchar a pele: "Isso acontece porque a luz azul, como parte do espectro da luz visível, penetra pela camada basal da pele e chega até à derme, estimulando os melanócitos a produzirem mais melanina. Pelo mesmo motivo, aliás, pode haver o agravamento de quadros de melasma.

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Em estudo científico publicado em julho de 2017, o Prof. Thierry Passeron e sua equipe mostrou que a opsina-3 (OPN-3) é o principal sensor no melanócito responsável pela hiperpigmentação de longa duração induzida pela luz azul (em indivíduos melano-competentes). Ou seja, as células humanas que produzem melanina são capazes de "ver" a luz azul através do sensor opsina-3 e responder ao estímulo induzindo uma potente e duradoura pigmentação na pele.

A luz azul pode acelerar um processo de envelhecimento precoce: "Essa penetração até os tecidos subcutâneos também provoca a oxidação dos lipídios, e é justamente esse processo que acelera a produção de radicais livres, que danificam células e enzimas da pele, destruindo as fibras de colágeno e a redução de sua produção", explica Dra. Monalisa Nunes. Resultado? Um processo de envelhecimento precoce, mesmo que essa ação não seja tão forte como acontece ao nos expormos aos raios UVA sem proteção.

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Por esse e outros fatores, é importante proteger nossa pele dessa radiação. Dra. Monalisa Nunes, porém, faz questão de ressaltar que o assunto deve ser abordado sem alarmismo, ressaltando uma confusão que pode acontecer quando se aborda o tema: "As pessoas estão dando muita atenção à luz azul e acabam achando que ela inflige sobre a pele todos os danos do espectro da luz visível, que é bem mais amplo, mas não é verdade", pondera a dermatologista.

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Como age o Protetor Solar da Sallve

No Protetor Solar da Sallve, a vitamina E com sua ação antioxidante trabalha inibindo uma ação chamada lipoperoxidação, que é justamente a oxidação de lipídios que citamos ali em cima. A vitamina E também age como um inibidor na produção de colagênase, que é uma enzima que destrói o colágeno - que por sua vez é responsável por dar firmeza para a nossa pele, junto com a elastina.

“Queríamos fazer um protetor que tivesse defesa multifacetada. Então são vários tipos de proteção. Temos a proteção de UVA e UVB, que é a proteção solar. E temos os antioxidantes, que vão proteger dos danos dos radicais livres”, aponta Ana Sofia Barbosa, nossa especialista em P&D.

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A carnosina presente em nossa fórmula, por sua vez, é responsável por proteger contra danos causados por radiações como a luz visível e a luz azul especificamente, além dos raios infravermelhos.

A carnosina tem uma ação antioxidante porque combate o radical livre hidroxil, que é um grande “destruidor” de proteínas. Com isso, ela consegue proteger contra os danos causados por essas diferentes radiações, regulando ainda a síntese de MMPs (enzimas que degradam a matriz extracelular, degradando colágeno) e de melanina também.

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“É uma proteção preventiva dos danos que essas radiações podem causar. Por isso escolhemos a carnosina, porque ela trata dos danos da luz visível, azul e do infravermelho, é um poderoso antioxidante”, esclarece ainda Ana Sofia Barbosa.

O Protetor Solar da Sallve tem acabamento hidratante e invisível na pele. Sua fórmula única, não comedogênica e sem álcool, oferece uma multi defesa: além da alta proteção contra UVA/UVB, ele também protege sua pele contra os danos da luz azul e visível, infravermelho e poluição - além de uma ação antiglicante, que ajuda a preservar o colágeno da sua pele - tudo isso com um viço incrível e sem esfarelar.

E aí: que tal inserí-lo em sua rotina de skincare?

vamos conversar?

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