Turnê Sallve: Mato Grosso

Voltamos ao Centro-Oeste para falar sobre clima, skincare e até maquiagem!

Alô, alô! A Turnê Sallve voltou ao Centro-Oeste e chegou ao Mato Grosso para bater aquele papo delícia sobre clima, skincare e autocuidado, além de conhecer melhor as particularidades da pele de quem vive no estado.

Para isso, convocamos para nosso time duas pessoas super especiais: Graciele Tavares, do @dicasdagrah, e a influenciadora e modelo Thayna Mello.

Protetor solar: cuidado de família

Logo de cara, a Grah contou pra gente que sua paixão pelos cuidados com a pele vieram por conta de um outro amor: a maquiagem. "Vi que só conseguiria um resultado legal da maquiagem, cuidando da pele, fazendo o essencial, o básico. Fui me descobrindo nesse mundo de skincare e hoje sou uma aventureira. Estou sempre testando produtos, fazendo resenhas, indicando e trocando ideias com minhas seguidoras", explicou.

Além disso, a mato-grossense também teve a influência da avó, de quem também herdou um cuidado essencial. Ela é fã de protetores solares! "Fui criada pela minha avó. Ela era muito vaidosa, passava até batom na bochecha como blush, usava cabelos vermelhos, curtinhos. Eu puxei essa vaidade da minha avó", relembrou.

"Protetor solar eu sempre usei. Tinha referência de que protetor tem que usar. Eu lembro que eu ia para escola de ônibus com a minha vizinha e ela dizia: mas tá cheirando a protetor solar. E eu dizia: sou eu! (risos). Minha avó sempre foi assim de usar protetor solar", revelou.

Skincare: jornada solo

Já com Thayna, os cuidados com a pele não vieram de maneira tão natural. "Você ainda usava protetor solar. Eu descobri que tinha que usar mesmo depois! Já estava cheia de sardas no rosto. Tinha três pintinhas no nariz antes, agora tenho na bochecha, no nariz, na boca. Agora sei que tem que usar protetor!", se divertiu a modelo.

"Tive que descobrir sozinha. Literalmente, o mesmo sabão que lavava o sovaco, lavava o rosto. Era praticamente isso. Não tinha um cuidado com a pele como tem hoje. Comecei a aprender isso quando comecei os trabalhos como modelo", afirmou.

A produtora de conteúdo tem uma relação de "amor e ódio" com a pele mista. "Não gostava de usar maquiagem, porque era passar e dava meia hora o meio da testa estava derretendo. Aí, ficava com raiva e falava que não ia usar mais", disse.

Thayna, então, começou a procurar dicas na internet e começou a se dedicar a cuidar da pele. "Nem sabia o que era uma pele mista. Quando falaram zona T pra mim, não sabia nem o que era. Fui pesquisando. Aí, você vai vendo, aprendendo a cuidar. Sabonete que lava o corpo, não lava o rosto. Fui gostando. Até hoje eu não uso muita maquiagem, porque eu prefiro a pele natural. Ainda mais aqui, que está super poluído. Tem que hidratar toda hora. Tem que cuidar”, aconselhou.

A modelo falou, inclusive, que já caiu no conto de que pele oleosa não precisa de hidratação. "Todo mundo falava isso pra mim: não passa hidratante, que sua pele vai ficar oleosa, vai ficar minando óleo. Depois, eu falava: não, gente! Tá errado! Eu li que tem que hidratar. Uma pele oleosa não é uma pele hidratada. Foi aí que comecei a ignorar aquelas pessoas que não sabem o que estão falando e fui pesquisar. Fui saber direito", apontou.

Buraco cercado por paredões?

O clima do Mato Grosso também influencia na hora da escolha dos produtos. Segundo Thayna, o clima muito seco deixa a pele ressecada, mas o calor faz suar e muito. "É muito seco, aqui não venta, porque a gente está num buraco. Eu estou em Cuiabá, é um buraco cercado por paredões. Não entra vento, é só calor mesmo. Aí, você precisa hidratar a pele toda hora. Você pega e, de repente, uma parte está oleosa e a outra super ressecada. Lavo o rosto uma seis vezes por dia, mesmo sem estar maquiada", surpreendeu.

Mas seis vezes mesmo? "Lavo bastante. Você fica com aquela impressão de que a pele está oleosa. Vai lá, lava o rosto. Daqui duas horas, se for lavar de novo, você vê a sujeira. Sai marrom", apontou.

"Fico imaginando com toda a fumaça das queimadas (que atingem a região do Pantanal)", disse Julia Petit, CCO da Sallve. "Sim, é muito agressivo, é muita poluição. Você não consegue respirar, sua pele respira toda a poluição", contou.

Além de lavar o rosto e hidratar, a modelo é fã de água termal. "Aqui o que puder refrescar para a gente é lucro! Uso sempre hidratante em gel, isso é muito importante. Porque a gente sua muito, bastante mesmo, de pingar assim. Até embaixo do olho sua", se divertiu.

Os lábios também sofrem. "Você pode beber água o dia inteiro, se hidratar o dia inteiro, que os lábios, além de ressecar, descascam de um jeito!", explicou.

Internet: é bom tomar cuidado

Graciele faz muitas resenhas no Instagram e divide muito das suas experiências por lá. Porém, gosta de explicar para suas seguidoras que é preciso cuidado na hora de escolher os produtos, já que cada pele tem suas particularidades. O que é bom pra um, nem sempre é para outro!

"Lavo meu rosto, passo tônico e [cuido da] área dos olhos tenho cuidado específico. Uso muita maquiagem durante o dia, mas cuido muito da pele. É genética, tenho muitos poros [dilatados]. Não tenho mancha, espinha, tenho poros! Minha pele é mista, mas é sensível. Quando eu começo a usar ácido, uso dois ou três dias e paro. Essa parte de ácidos é complexa, não costumo falar muito no Instagram, porque tem gente que só vê, vai lá e compra", contou.

Grah conta que "a rotina serve para você identificar o que sua pele precisa naquele momento". "Por exemplo, minha pele é oleosa, porém nessa época que está o tempo seco, ela começa a descascar, eu vou intercalando produtos. Ontem mesmo, usei vitamina C. Se eu uso a vitamina C todo dia, me dá espinha. Intercalo", ponderou.

"Tem que passar credibilidade no que você fala. O que eu faço é o que eu vivo. Falam que eu vivo maquiada. Mas eu sou assim. Quem me conhece, sabe que 7h da manhã eu tô maquiada. Se vou trabalhar, estou maquiada. Não é um personagem", completou.

Thayna Mello concorda. "Tem muito também do que é bom para você, não é bom para os outros. Eu comprei um produto uma vez que vi uma blogueira falando. Na hora que passei, não funcionou para mim. A pele dela também era oleosa, mas para mim não funcionou", contou.

Skincare não é milagre!

Por fim, nossas convidadas ainda fizeram um outro ponto: skincare não é milagre, mas ajuda e muito a deixar sua pele saudável. "Tem coisa que é só procedimento estético. Bigode chinês, por exemplo, tem gente que é muito profundo. Tem gente que acha que passando um produto com Ácido Hialurônico vai sumir. Não é isso. Nesse caso, você vai fazer um tratamento estético. Não tem jeito. Mas a rotina de cuidados vai te auxiliar a reduzir o tempo", alertou Grah.

Thayna Mello disse que cuida muito das olheiras na rotina do skincare, mas por serem genéticas e muito profundas, teve que fazer um procedimento estético. "Já tentei usar muito produto para olheira. A minha é genética, vem do meu pai. Tive que fazer preenchimento de olheira com Ácido Hialurônico. A hidratação, não o gel puro. Faço de 20 em 20 dias, porque é muito profundo. É um tratamento. Até alimentação tive que mudar para melhorar o aspecto da pele. Como tem muita poeira por aqui, tem muita alergia, você coça e vai piorando. Acordo e pareço um panda, sem nem passar rímel!", revelou.

Julia Petit ainda finalizou: "O que vai acontecer é que com os cuidados com a pele, quando você precisar de um procedimento, vai precisar de muito menos. É isso!".

Fique de olho aqui no blog da Sallve: a nossa turnê continua na semana que vem. A próxima parada é Minas Gerais ;)

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