Você já deve ter ouvido falar em colágeno e o quanto ele é essencial para a estrutura da sua pele. Mas existe uma outra estrutura, igualmente importante, mas tão famosa quanto: a elastina.

E o que essa tal de elastina e por que ela é tão importante para a nossa pele? Ela também é perdida com o passar dos anos como o colágeno? Dá para ajudar a estimular a produção? Bem, a gente vai te contar tudo isso, passo a passo!
O que é a elastina?
O nome dessa proteína estrutural já dá uma dica sobre como ela é e pelo que ela é responsável. A elastina é uma proteína, encontrada na matriz extracelular do nosso tecido conjuntivo, um dos tipos de tecido do nosso corpo.
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Como o próprio nome já diz, ela é o principal componente de fibras elásticas e responsável pela elasticidade e flexibilidade dos tecidos. E veja bem: a gente fala tecidos, porque ela não está presente apenas na pele, mas também em outros órgãos, como o pulmão, e até nos nossos vasos sanguíneos.
Pra ficar mais fácil de visualizar: pense na elastina como uma mola, que permite sua expansibilidade, mas que depois volta para seu estado inicial perfeitamente.
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Quando você sorri, por exemplo, sua pele acompanha o movimento, sofre uma deformação e depois volta para o estado inicial. Você tem flexibilidade para ter expressões faciais e sua pele se manter intacta. Agradeça a elastina!
A gente perde elastina como perde colágeno?
Sim, mas de outro jeito. A elastina tem o auge da sua produção até a puberdade e depois a produção de novas fibras é praticamente interrompida – diferente do colágeno tipo I, que a produção vai caindo aos poucos. Sim, parece um pouco trágico mesmo, mas tenha calma!
Nós vamos vivendo de um estoque acumulado de elastina e, se você pensar em uma pele mais madura, a perda dela é muito mais visível, justamente por essa baixa importante no estoque, que não é reposto com qualidade.
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Aqui um exemplo prático: no dorso da mão é onde é mais fácil de visualizar a perda de elastina da pele. Se você puxar a pele do dorso da mão, em uma pele mais madura, vai ver que ela demora a voltar para sua forma inicial. A pele perde a capacidade mecânica de sofrer deformação e voltar plenamente. Ela vai perdendo as propriedades mecânicas mesmo.
As fibras de elastina têm uma alta qualidade e são feitas pra durar de verdade. E, diferente de outras fibras da pele, elas têm dificuldade de serem reparadas pelo corpo.
Aqui ainda entra um ponto importante quando pensamos em degradação de elastina: além do processo natural de envelhecimento, fatores externos acabam por intensificar a quebra dessa proteína.
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O maior deles? A radiação solar, que gera o fotoenvelhecimento. A radiação UV promove, entre outras coisas, o aumento da produção de radicais livres, que contribuem para degradação de fibras de colágeno e elastina.
Além disso, poluição, estresse, má alimentação, tabagismo, entre outros fatores, também contribuem para essa degradação das fibras essenciais para a estrutura da pele.
Mas se a produção é praticamente interrompida, dá pra estimular?
Sim, é possível estimular a produção de elastina e, o mais importante, ajudar a preservar as fibras no nosso estoque.
Como dissemos antes, a radiação UV contribui para degradar fibras de elastina. Lembra que temos um estoque? Pois bem, é importante preservar o que a gente já tem. Aí entra a importância do protetor solar diário, antioxidantes (como a vitamina C) e ativos que ajam nessa preservação das fibras, como os peptídeos e retinóides.
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Em geral, quando pensamos em preservação, esses ativos impedem a ação de enzimas do nosso corpo que degradam a elastina do nosso banco.
Mas é possível estimular as fibras de elastina mesmo se a produção for praticamente interrompida na puberdade? Sim, é possível!
O que você precisa ter em mente é que o corpo não vai voltar a produzir elastina como acontecia quando você era apenas um bebê, ok? Com isso alinhado, temos que entrar um pouquinho no processo de formação de elastina.
Essa proteína é produzida por células chamadas fibroblastos! Depois que a produção para, ali na puberdade, essas células continuam “vivas”, só que mais sonolentas, como se estivessem hibernando.
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Os cosméticos que ajudam a estimular a síntese de colágeno e elastina, geralmente são conhecidos como bioestimuladores. Eles conseguem agir, em menor grau do que procedimentos, acordando os fibroblastos e fazendo com que eles estimulem a síntese.
Cosméticos e procedimentos também ajudam a organizar as estruturas da pele para que elas se formem uma rede forte e ajudem na questão da firmeza e elasticidade.
Lembrando ainda: o uso de cosméticos não exclui que você faça procedimentos, como lasers, que conseguem atingir a pele mais profundamente. Mas eles trabalham juntos, lado a lado. Você pode ter o cuidado no consultório e seguir estimulando essa produção em casa, com seus tratamentos de skincare
Firmador Pró-Colágeno

Uma fórmula em textura leve de aquagel, com foco em estimular e preservar a firmeza da pele, recuperar a sustentação e definir os contornos faciais. Com peptídeos Matrixyl®, ácido hialurônico, adenosina vetorizada e peptídeo bioestimulador, consegue comprovadamente preservar e estimular a produção de colágeno tipo 1, tipo 3 e elastina, que são responsáveis por dar estrutura, firmeza e elasticidade a nossa pele.
Logo no primeiro dia, você vai sentir a pele macia, suave e hidratada. Com uso contínuo, em 7 dias já será possível notar um efeito "preenchedor" em rugas e linhas, além de poros dilatados menos visíveis a partir de 14 dias. com uso a longo prazo, os benefícios só crescem, garantindo uma pele mais firme, elástica e com contornos mais definidos.