#jornadadapele Ana de Cesaro

O quão incrível é fazer parte dessa #jornadadapele?

ana de cesaro

Ana De Cesaro não é nenhuma novata quando o assunto é internet. Desde 2010 ela produz conteúdo para o YouTube e as redes sociais que foram surgindo em seguida. Esse relacionamento seríssimo e de longa data é bem visceral e autêntico: "Meus seguidores acompanham cada passo da minha vida mesmo, eles sabem tudo sobre mim. Sempre fui uma youtuber muito sincera, se for pra chorar na frente da câmera eu choro mesmo", conta Ana, nascida em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul e atualmente morando em Erechim. Ela brinca, porém, que já incorporou um pouco de cada cidade em que morou: "Sou gaúcha com Sol no Rio de Janeiro e Lua em São Paulo". Um bom mapa astral, não?

Quatro anos conturbados

Conversar com Ana, enquanto ela conta o quão traumáticos e intensos foram seus últimos quatro anos, é ter uma amostra de sua força, garra e capacidade de superação - além de sua capacidade de se abrir frente a uma câmera com total naturalidade.

Foi sua vontade de crescer em sua carreira que a levou para o Rio de Janeiro, e o que deveria ter sido uma experiência incrível acabou se revelando um golpe que lhe deixou a nítida sensação de que toda a carreira de criadora de conteúdo que ela tanto trabalhou para construir por, até então, sete anos, havia acabado. Surgiram dívidas, problemas sérios, ameaças e, com tudo isso, uma depressão profunda.

Houve bons momentos, como um trabalho com a Rede Globo, mas o que ela aponta ter sido a grande salvação da sua vida, naquele momento, foi mesmo um vídeo-poesia que ela criou logo após ficar sabendo do assassinato de Marielle Franco: "A morte dela falou muito fundo comigo. Então escrevi um poema, fiz um vídeo e publiquei. Era meio que um desabafo mesmo", ela relembra. "Para a minha surpresa, no dia seguinte o vídeo viralizou, muitos artistas compartilharam, a Globo me pediu para exibir o material no intervalo do Jornal Nacional e hoje posso te dizer que a Marielle salvou a minha vida". Sua carreira, afinal, estava longe do fim. Talvez fosse o início de um recomeço - o primeiro de vários - que ela tanto merecia naquele momento.

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Pouco tempo depois, Ana resolveu deixar o Rio de Janeiro ("Estava morando lá, mas não conseguia viver lá", conta) e voltou para "debaixo das asas da mãe", em Erechim. "Fiz muita terapia pra tentar superar o que vivi, e a sensação de ter perdido a minha carreira foi muito difícil. Nunca tive sonhos de casar e ter filhos. Meu sonho sempre foi me realizar profissionalmente, conhecer o mundo, poder fazer arte, e ter perdido tudo isso da forma como perdi foi muito difícil".

Em meio a quatro anos tão conturbados, crises de ansiedade e depressão levaram Ana conta a desenvolver a mania de cutucar a pele, com a ajuda de um espelhinho de aumento e a lanterna do celular apontada para seu rosto: "Quando estava começando a machucar eu parava e cutucava outro lugar. Então começava a cicatrizar, eu voltava a cutucar e machucava de novo", revela. A experiência rendeu um vídeo, em que ela recortou fragmentos de materiais antigos retratou seu relacionamento com seu corpo e sua pele. "Já enfrentei muita coisa na minha vida, então não conseguia parar de machucar meu rosto. Eu me machucava todos os dias, embora nem eu mesma soubesse porque estava fazendo aquilo comigo, mas não conseguia me controlar".

Se levantar depois do tombo

A ajuda de um tratamento psquiátrico ajudou Ana a começar a se reerguer de todo o trauma, e identificar alguns elementos parecia ser o início de sua recuperação: "Identifiquei o gatilho que me fazia cutucar minha pele e joguei o espelhinho fora, mas não parou ali. Qualquer lugarzinho que eu achasse eu continuava me machucando, como se tivesse reforçando as dores que estava vivendo".

Houveram mais tombos depois da volta para o colo da mãe, como um atropelamento e, em seguida, o estouro da pandemia quando ela começava a se preparar para voltar a se exercitar e produzir seu conteúdo: "A sensação da minha vida era de que era ela um grande jogo de tabuleiro, eu estava sempre voltando duas casas, e não aguentava mais".

Foi a chegada de seu aniversário, no último mês de janeiro, que marcou mais um recomeço em sua vida: esse pra valer. "Vi meu rosto destruído, com umas marcas fundas, porque quando começava a curar eu arrancava a casquinha. E era do nada, eu me via me cutucando sem nem perceber, enquanto estava na internet".

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Perto de fazer 33 anos, Ana procurou uma clínica estética em sua cidade para pesquisar sobre microagulhamento e outros procedimentos que poderiam recuperar sua pele: "A dermatologista analisou minha pele em um aparelho que a mostrou em um scan que via cada detalhe do que eu tinha feito, em altíssima definição. Consegui ver as manchas, as texturas da minha pele. A primeira coisa que ela perguntou foi como estava minha autoestima de zero a dez, e respondi que estava dois". Para a dermatologista, a solução era clara: "Ela disse que antes de mais nada eu precisava tratar essa parte, pois não adianta fazer vários procedimentos se você não melhorar por dentro. E eu achei isso tão lindo! Ela me disse que eu poderia fazer um grande investimento financeiro e me sentir lindíssima, mas ia me olhar no espelho e não vai enxergar nadaisso. 'Você precisa melhorar sua autoestima', ela me disse naquela consulta".

E aí... a Sallve

Foi neste dia que a Sallve entrou na vida da Ana - em forma de um vídeo da Julia Petit falando sobre o Esfoliante Enzimático. "Entrei no site da Sallve, vi aquele Kit Tudão e decidi fazer esse investimento na minha vida, foi meu presente de aniversário. Nunca fui de usar cosméticos, sempre tive medo. Morria de vergonha de entrar em salão de beleza por achar que seria julgada, então isso tudo sempre foi muito distante pra mim".

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Tão aberta com seus seguidores como é, Ana compartilhou com seus seguidores que ia finalmente começar a cuidar de sua pele, após muito tempo se escondendo, com vergonha do rosto: "Não havia mais maquiagem que cobrisse o que eu tinha feito no meu rosto".

É com muito orgulho que a gente pode confirmar: a jornada que começou em janeiro deu muito certo. Ela comprou um planner, colou a tabelinha que fizemos para imprimir em casa e desde então segue à risca seus passos. "Desde que comecei a fazer a minha rotina Sallve, vi minha pele começando a melhorar", ela conta. "Agora estou começando a usar o Sérum Uniformizador, que eu mesma disse em um dos meus vídeos que iria me ajudar a apagar as minhas manchas do passado".

A Sallve está sendo muito isso para mim: uma forma de superar de fato todos os horrores que vivi nos últimos quatro anos. Porque não é só estar com uma espinha ou duas - foi uma série de coisas terríveis, que passei a colocar no meu rosto me machucando, e que vocês estão me ajudando a superar de verdade.

Ana de Cesaro

Ana segue dizendo que cuidar da sua pele teve desdobramentos em todas as áreas da sua vida: de suas unhas, que agora estão longas e sempre pintadas, ao seu relacionamento com sua mãe. "Antes chegava na sala ou na cozinha e ela me olhava com uma cara de pena, de tristeza, por saber que eu estava com o rosto tão machucado, e eu odiava - o que se transformava numa bola de neve. Mas todo dia que acordo minha pele ta cada vez melhor, e minha mãe me olha com cada vez mais alegria. E por ela me olhar assim, eu olho com mais alegria pra ela também. Tudo isso é graças à Sallve".

Uma jornada da pele tão profunda

Depois de tantos anos vendo o cuidado com a pele como algo repulsivo, e que lhe gerava até uma certa preguiça, Ana refez seu relacionamento com sua pele: "Eu passo 20 minutos do meu dia me fazendo carinho antes de dormir. Então, quando vou dormir, tenho a sensação no meu rosto de que que estou sendo cuidada, e minha pele está me agradecendo todos os dias. Fora isso, é linda a questão socioambiental da Sallve, que pra mim é muito importante. É muito legal consumir uma marca que a gente sabe que não tem ponta solta".

Passar os produtos da Sallve é um trabalho energético e físico, é igual ao Esfoliante Enzimático, tem tripla ação!

Ana De Cesaro

Ao ser perguntada qual seria seu produto favorito, Ana não consegue escolher: "Seria injusto falar de um só", ela ri. "O Sérum Antiacne é espetacular, sou apaixonada. Gosto do efeito que o Limpador Facial deixa na pele, de uma limpeza delicada, porque eu já usei limpador que deixava minha pele toda esticada, ardendo...", lista, citando também o Bálsamo Demaquilante: "Gosto do fato de poder usar minhas mãos e tocar minha pele ao invés de usar um algodão de uso único. Passar a toalha branca no rosto depois de demaquilar a pele e ela continuar branca é maravilhoso. Quantas vezes usei tanta coisa pra tirar a maquiagem e parecia que minha pele estava limpa, mas acordava no dia seguinte com olho de panda?", brinca.

"Não se trata só de pele, e isso para mim é o mais importante de tudo", ela continua, sobre sua relação com os produtos da Sallve. "Vocês estão me ajudando a recuperar minha autoestima, o que está refletindo em outros âmbitos. Eu outro dia estava falando pra minha mãe que o próximo passo é perder os 20kg que ganhei na pandemia, mas nem estou preocupada com isso ainda, porque estou feliz de me olhar no espelho e me amar. Voltei a ficar vaidosa, eu hoje me amo", se derrete, tão orgulhosa de si mesma.

"Todos esses vídeos, o fato de eu ter coragem para aparecer de novo nas redes sociais, tudo isso é graças a vocês, porque até então eu estava me escondendo. É muito mais que pele - é recomeço, é confiança, é amor próprio. Eu descobri uma nova forma de cuidar de mim, de me dar amor. E uma coisa física: antes eu passava a mão na minha pele e sentia as espinhas futuras ali embaixo, e era isso que me fazia ficar cutucando também. Agora, quando tenho crise de ansiedade, me olho no espelho e só o que vejo é uma textura maravilhosa. Não tem nenhuma espinha interna, os poros estão menores... É muito louco, porque ao invés de procurar defeito, quando vou com raiva até o espelho eu só vejo coisa boa, e isso evita que eu me machuque pro futuro. Vocês fazem muito mais que cosméticos, vocês são uma parte fundamental do meu recomeço. Sou profundamente grata, e é só isso que eu consigo dizer, senão eu vou chorar", ela termina.

É uma história de amor assim, ó: recíproca. ;)

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