Beth Raposo e a sensação de fazer parte da comunidade Sallve

Beth Raposo conta como é fazer parte da comunidade da Sallve e como foi participar da criação da nossa coleção com a Hering.

Beth Raposo

Assim como todos os produtos que a gente lança, a coleção da Sallve com a Hering também teve a comunidade no seu centro: não só para participar da campanha, mas para ser uma voz ativa durante todo o desenvolvimento das peças dessa parceria. Beth Raposo, que faz parte da nossa comunidade desde que éramos apenas uma "fábrica de geleias" no Instagram, participou de mais essa jornada. Aqui, ela conta como chegou até à Sallve, como é fazer parte das nossas colabs e o que ela pediu dessa parceria com a Hering.

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Uma jornada com a pele que começou com a acne

"Eu tive acne severa na adolescência, o que me incomodava muito, já que uma adolescente cheia de acne no rosto chama atenção. As pessoas olham na rua", relembra Beth, traçando o início da sua jornada com a sua pele. Logo, sua mãe a levou a um dermatologista, e foi quando ela começou a tomar Roacutan. "Foi quando comecei a olhar mais para a minha pele em relação a cuidados. O tratamento deu certo, e nunca mais tive acne severa, só pontual", segue.

Mesmo com acompanhamento dermatológico e o uso do Roacutan, Beth sempre sentiu dificuldade em ser regrada com sua rotina de skincare ao longo da adolescência ("Quando a gente é jovem não se preocupa muito com essas coisas, né?"), mas foi só chegar à vida adulta que o gosto veio: "Foi quando comecei a cuidar da minha pele com mais consistência e conhecimento".

Como a Beth chegou à Sallve

Já mais cuidadosa com a pele, a Beth chegou à Sallve pela Julia Petit: "Sempre fui fã dela, e desde a época do Petiscos ela já falava sobre a importância de cuidar da pele", conta. "Eu descobri que ela ia lançar a marca, fui atrás do Instagram da Sallve e assim como todo mundo fiquei super curiosa para saber o que vinha por aí". O que veio foi nosso primeiro produto, o Antioxidante Hidratante, que a Beth comprou logo no lançamento e usa até hoje: "Minha pele se dá muito bem com ele". Daí por diante, essa relação dela com a gente só se fortificou. "Passei a acompanhar bem de pertinho, comecei a participar das colabs por ser muito ativa na comunidade e hoje recebo todos os produtos para testar e contar minha experiencia com eles".

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A Beth é veterana mesmo em colabs da Sallve: ela participou das que deram origem ao Protetor Solar, bateu ponto na Turnê Sallve em Alagoas, não perdeu a Academia Sallve e está em todos os nossos eventos. "Eu nunca tive uma aproximação assim como uma marca como tenho com a Sallve, e olha que estou desde a adolescência testando e usando produtos. É uma relação tão bacana, de saber que uma marca está te escutando, que ela quer saber o que todo mundo precisa. Eu acho isso fantástico. É uma troca bem sincera, a gente percebe. Vocês fazem um diferencial muito grande". 

Ela relembra, por exemplo, que o que mais a marcou durante as colabs de criação do Protetor Solar, foi sentir a preocupação de ouvir o que pessoas de todas as regiões do Brasil esperavam de um produto como aquele: "Claro que cada região e cada pele terá sua própria experiência, mas o tempo todo o diálogo foi querendo ouvir todo mundo, do país inteiro".

Como foi participar da colab da coleção da Sallve com a Hering

Mas e a experiência de ajudar a criar uma coleção de roupas, ao invés de um cosmético, como foi? "Foi incrível. A gente recebeu até os tecidos para escolher. Imagina receber em casa o material que vai ser uma colab da Sallve com a Hering? É fantastico! Foi uma das colabs mais especiais que participei, por ter essa dimensão tão grande. Receber e trocar ideias com a equipe da Hering e expor minhas considerações foi demais, principalmente porque gosto de roupa confortável, e a Hering é referência no assunto. Foi mais uma vez a Sallve querendo ouvir a comunidade, trocar ideias e passar essa ideia para outras pessoas".

A Beth conta até que consegue perceber sua contribuição para a coleção em uma peça específica: o top. "Quando vi que a coleção teria tops, falei sobre o quanto tenho dificuldade de encontrar tops com pelo menos três dedos de tecido abaixo do peito. Como tenho os seios grandes, quando faço atividade física a maioria dos tops me incomoda bastante, preciso ficar puxando para baixo, sabe? Quando tem esse espaço de tecido abaixo do peito fico muito mais confortável. Então acho que essa foi uma das minhas contribuições", diz, toda orgulhosa.

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Conforto, aliás, é palavra-chave quando Beth fala sobre sua jornada com seu corpo, e esse conforto, para ela, vem também de como ela se alimenta e se cuida: "Não me considero parte do que chamam de 'geração saúde', mas com o tempo fui percebendoque cuidar da alimentação e praticar atividades físicas realmente me faz bem. Eu estou sempre buscando ter um foco, ter uma rotina que realmente seja saudável, e isso me ajuda mental e fisicamente. Cuidar da minha alimentação, beber bastante água, fazer exercício físico e terapia são coisas que ajudam até a minha pele. Tudo se reflete nela. Como tenho tendência à acne, se eu desfoco desse combo minha pele fica mais oleosa, surgem mais espinhas... E tudo isso me deixa desconfortável. Então pra mim, conforto também é me cuidar".

E pra você: o que te deixa confortável no seu corpo?

vamos conversar?

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