Extrato de physalis tem processo sustentável de extração (e isso é muito importante!)

Ativo está presente no nosso Tônico Renovador e no Hidratante Labial

A origem sustentável de um ingrediente pode ser um forte indício da qualidade de um ativo em uma fórmula, sabia? É exatamente por isso que viemos aqui te contar um pouquinho mais sobre o processo sustentável de extração do Extrato de Physalis Angulata, que está em dose dupla aqui na Sallve, nos nossos Tônico Renovador e Hidratante Labial.

processo sustentável de extração

O extrato de Physalis Angulata é um potente anti-inflamatório, ajuda na proteção contra o fotoenvelhecimento, aumenta a luminosidade da pele e, além de tudo isso, tem atividade redutora de hiperpigmentação, auxiliando na uniformização do tom da pele. Um máximo, né? Então, só vem e conheça um outro lado desse ativo!

Como funciona o processo sustentável de extração?

A empresa responsável pela matéria-prima que usamos aqui na Sallve, é Chemyunion e fomos justamente conversar com eles para esclarecer alguns pontos. Para produzir a Physalis, eles têm em sua matriz um herbário, utilizado como laboratório de plantas, onde é possível analisar e coletar informações relevantes sobre o desenvolvimento das espécies que são utilizadas na fabricação dos ativos.

processo sustentável de extração
Herbário Chemyunion / Divulgação

"A cultura da Physalis angulata é apropriada para temperaturas mais altas, assim o plantio deve ser entre os meses de agosto a março, sendo o período ideal de setembro a outubro. A planta é originada de sementes GMO-Free (livre de transgênicos) e Práticas de Manejo Orgânico, reafirmando o nosso compromisso ambiental. A colheita é realizada manualmente, com o auxílio de equipamentos apropriados, antes da frutificação. Todo o processo do cultivo é realizado de forma sustentável e monitorado por profissionais especializados, sob a gestão da área de Meio Ambiente", conta a Adriana Haramura, supervisora de Meio Ambiente da Chemyunion.

E sabe uma curiosidade bacana? Para o plantio da physalis, eles contam com a ajuda de pequenos produtores, da região de Sorocaba, no interior de São Paulo.

Sítio Chemyunion / Divulgação

“Acreditamos na importância de fomentar o desenvolvimento socioeconômico da nossa comunidade, por isso, o cultivo da Physalis angulata é realizado através da mão de obra local, em uma propriedade rural, próxima à nossa matriz. Esta propriedade é centenária e riquíssima não só por sua exuberante biodiversidade, mas sobretudo pelas famílias que ali trabalham, dedicadas e inspiradas pela experiência no trato de plantas peculiares. A equipe Chemyunion, responsável por acompanhar e monitorar as fases do plantio, observa de perto as mudanças que o cultivo da Physalis angulata proporcionou a essas famílias: desde o brilho nos olhos advindo de um novo propósito de vida, bem-estar e a investimentos na propriedade”, explica ainda Adriana.

Como é feita exatamente a produção do ativo?

E como aquela frutinha, muito comum em sobremesas, se transforma em um ativo potente usado em cosméticos e dermocosméticos? Bem, ele é extraído por Dióxido de Carbono Supercrítico (CO2 Supercrítico ou Fluído Supercrítico), quando uma substância está em uma temperatura e pressão acima de seu ponto cítrico, não existindo mais distinção entre as fases líquida e gasosa.

Physalis Angulata Chemyunion / Divulgação

Essa técnica de extração favorece o isolamento de ativos provenientes de fontes vegetais, na sua forma mais pura e mais concentrada, eliminando, de certa forma, a utilização de solventes especiais e reduzindo o acúmulo de resíduos no produto final.

E por que é feito assim? “Processos convencionais de extração de produtos de origem vegetal em sua grande maioria utilizam solventes orgânicos de manipulação perigosa e, quando necessário, altas temperaturas de operação. Esses fatores geram impactos negativos como a possibilidade de degradação térmica dos ativos, a presença de resíduos tóxicos no produto final e a possibilidade de contaminação ocupacional e ambiental”, disse Adriana Haramura.

“Por isso a extração por fluído supercrítico vem ganhando cada vez mais atenção e espaço como uma alternativa valiosa e eficaz, suportada no conceito de tecnologia limpa. Além de maior pureza, segurança e qualidade do extrato, os ganhos na adoção dessa tecnologia também estão na otimização das operações fabris e preservação do meio ambiente. A excelência em nossas operações envolve também o entendimento dos aspectos e impactos ambientais no processo de fabricação de nossos produtos, refletindo-se nas tratativas de toda a cadeia. Assim, ao optarmos por práticas mais sustentáveis reiteramos nosso respeito ao meio ambiente, sociedade e boas práticas empresariais”, completou ainda.

Sítio Chemyunion / Divulgação

Ser sustentável gera um ativo de melhor qualidade?

Bem, é um forte indício da qualidade da matéria prima, sim! Segundo a Chemyunion, esse perfil de cultivo exige práticas de obtenção e desenvolvimento, além de um planejamento fino em todo o processo. “Uma planta produzida em local específico tende a ter um padrão fitoquímico mais consistente se comparado ao da mesma planta em condições de solo, temperatura ou altitude diferentes. Portanto, espécies vegetais advindas de locais distintos tendem a ter perfis diferentes o que pode afetar a qualidade dos produtos”, alerta Adriana.

E é importante a gente pensar em ter uma matéria-prima de origem sustentável porque é um tema indispensável para a atualidade e futuro do nosso planeta mesmo. E isso vai desde o respeito e o incentivo aos pequenos produtores até a proteção do meio ambiente.

“Dessa forma, obter matérias-primas de origem sustentável é fundamental para garantirmos o manejo ambientalmente saudável dos nossos produtos ao longo do seu ciclo de vida, propiciando soluções ambientalmente amigáveis para as indústrias de bens de consumo e, consequentemente, aos consumidores”, completou ainda a representante da Chemyunion.

vamos conversar?

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