Turnê Sallve Goiás

A nossa Turnê Sallve continua rodando os 27 estados brasileiros em encontros virtuais. E do nordeste brasileiro (a última parada foi no Ceará) fomos para a região centro-oeste, no Planalto Central, em Goiás!

Os anfitriões desse encontro bom sobre pele e skincare em Goiás são a Marcella Landeiro (Mar) e o Victor. E contamos também com os convidados: a Thereza Sanvés, a Aline Máximo, a Waleska Carvalho e o Muriel Valentim.

O clima é sempre um dos grandes influenciadores dos cuidados de skincare em cada estado e em Goiás a pele sente muito. "O clima de Goiânia é muito muito seco, com umidade tipo 7%", conta a Walesca.

Doidas do skincare em Goiás

Não foi só na tua casa que o skincare entrou pra valer na quarentena, viu? A gente tem viajado virtualmente todos os estados do nosso país e em todos notamos um ponto em comum: os cuidados nesse período em que estamos convivendo mais tempo com nós mesmos. E no nosso papo em Goiás não foi diferente: grande parte dos participantes passaram a prestar mais atenção à suas peles durante a pandemia.

"Na quarentena virei a doida do skincare. Estou tentando recuperar o meu rosto agora", antecipou a Aline. O mesmo aconteceu com a Thereza: "também fiquei a louca da skincare nessa quarentena! Tenho vitiligo há 20 anos. Nesses últimos meses comecei a me preocupar mais com a pele".

E a Walesca nos relembra que a mudança climática também influencia muito na nossa pele: "Eu também tô a louca da skincare nos últimos meses como a Aline, mas de um jeito diferente. Estou passando por uma adaptação hormonal por conta de contraceptivos. Procuro produtos mais naturais mas que se adequem ao o que estou passando internamente. E também por fora, porque o tempo está muito louco, né?".

Já Muriel está nas redes pra oferecer conteúdo a todos os doidos do skincare! "Esse ano de quarentena eu me dediquei nas redes para falar de ingredientes, cuidados com a pele e tudo mais".

Crises de acne em Goiás

A história da Mar com a sua pele é marcada por várias crises fortes de acne. "Minha jornada da pele tem altos e baixos. Com uns 15 anos tive muita acne, cistos inflamados, tomei Roacutan e passei por seis meses de tratamento. Com uns 22 anos, não sei qual o fator, se por estresse, tive o segundo surto de acne. Esse foi mais intenso, mais dolorido. Eu chorava pra passar maquiagem, chorar pra tirar a maquiagem antes de dormir. A minha autoestima foi lá embaixo. Dessa vez, tentei não tomar um remédio tão agressivo. Eu tentei tudo o que as pessoas indicavam na internet, eu passava pomada, óleo, planta, chá, semente, tentei muita coisa. Quanto mais eu esperei mais piorou. No fim eu desisti, fui na dermatologista e tomei pela segunda vez o Roacutan. Vivi cinco anos de pele normal e no final do ano passado, tive mais uma vez um surto de acne, muito pesado, inflamado. Tinha espinha que durava dois ou três meses sem seguir".

A Mar conta que tentou prestar mais atenção na alimentação, fez o "ciclo das sementes" (que você ingere sete tipos de sementes durante a semana pra regular hormônio), produtos, e nada adiantou. "E ai percebi uma coisa, antes tarde do que nunca: eu percebi que a minha pele é muito sensível. E quanto mais eu colocava ácido, pomada e coisas pra dormir, mais ela sentia, mais ela ficava triste. Tive que tomar Roacutan pela terceira vez. Nesse tempo fui entendo mais a minha pele, que é seca, sensível e que eu estava tomando um monte de coisa e ela só piorava".

Chegou o momento do skincare

O Victor conta que há pouco tempo passou a se preocupar com os cuidados com a pele. "Eu sempre tive um mínimo cuidado, sempre só passei protetor solar no rosto. Nunca fui muito de fazer tratamentos, nunca tive problemas com espinhas quando era adolescente e isso influenciou pra eu deixar (os cuidados) meio de lado, jurando que vou ser jovem pra sempre. Eu tenho 26 anos e sinto que esse é o momento pra eu começar a cuidar da minha pele".

Sentir na pele

Sabe quando a gente passa um produto e acha que ele super funcionou porque sente até a pele repuxar? O que a gente sente, nesse caso, é o ressecamento da pele, é a agressão que estamos causando na nossa pele, e não uma limpeza mais profunda. A Aline conta que depois de muitos anos se deu conta de esse repuxar não fazia bem. "Sempre tive consciência de que ao menos sabonete e filtro solar eu tinha que usar. Na adolescência eu usava aqueles sabonetes que ressecavam a pele, achava que quanto mais ressecava, mais estava fazendo efeito. Com 23 anos percebi que o sabonete não pode fazer isso. Quanto mais óleo eu tirava, mais ela produzia pra dar uma equilibrada", ou seja, o famoso efeito rebote da oleosidade da pele.

A Aline contou também que está passando por mais uma realidade desse período que estamos vivendo: a acne das máscaras cirúrgicas. "Tive uma reação alérgica a uma máscara". O que também é uma realidade bem presente nas nossas vidas durante a pandemia.

Rotina + tratamento

Lembra quando a gente conversou aqui sobre a herança de beleza, do cuidado que se passa de geração em geração? O Muriel contou que o seu primeiro contato com o skincare foi dentro de casa, com a mãe.

"Desde pequeno minha mãe sempre foi muito vaidosa e me incentivava a passar algumas coisas no rosto. Ela me falava que eu tinha dermatite atópica. Eu só lavava com sabonete corporal e nem sabia que tinha que usar protetor todo dia. Há dois anos entrei no Instagram e comecei a me deparar com várias coisas sobre cuidados com a pele, sobre skincare e comecei a aderir uma rotina. Comecei com o básico: limpeza e protetor todos os dias. Não sabia qual era a minha pele, que é mista e muito sensível e sensibiliza muito. Hoje faço a higienização, tônico, hidratação e a proteção, na rotina diurna. Na rotina noturna eu faço o mesmo mas gosto de um produto de tratamento para espinhas localizadas e para reduzir as manchas".

Cuidados com vitiligo

"Minha vida com os cuidados com a pele começou desde criança. Tenho vitiligo desde os seis anos e desde essa idade eu frequento dermatologistas", contou a Thereza complementando que foi uma saga encontrar um especialista para a acompanhar em Goiás.

"Eles sempre procuraram indicar remédios pra cura do vitiligo e é uma doença que não tem cura. Não me recordo de um dermatologista que tenha me alertado da importância do uso do protetor solar. Principalmente por conta do vitiligo, porque é uma área que não tem pigmentação e precisa de mais proteção. Eu sou uma pessoa que não vive sem protetor solar, até dentro de casa".

O problema, ela aponta, é aquela coceirinha que vem quando a gente tem uma espinha estourando no rosto. A Thereza conta que ela não consegue se controlar e a espreme. "Eu tenho o grande problema de cutucar as minhas espinhas. E acaba que isso gera uma manchinha. Sempre tento deixar a espinha quieta e eu não consigo, um dia eu consigo! Porque eu sei que faz mal".

Comecei a me preocupar mais com a minha pele, não com rugas, mas com os cuidados mesmo da pele. Passei a vida inteira achando que a minha pele fosse seca e acho que ela é mista. Uma preocupação que tem que ser constante na minha é esse cuidado com a pele.

Thereza Sanvés

Oito ou 80 na pele

A Waleska conta que levou um bom tempo para encontrar um equilíbrio com os cuidados com a pele. "Meu contato com skincare começou com uns 20 anos. Eu enchia cara de maquiagem com 12, 13 anos e achando que tava um sucesso, com muitas bases. Comecei a tomar anticoncepcional aos 14 anos e não sabia a influência que isso tinha na minha pele. Continuei até os 20 anos fazendo besteiras com a pele, não usava um protetor solar, lavava o rosto com sabonete de banho, não passava hidratante. Minha madrinha sempre foi muito cuidadosa com a pele e me dizia que eu tinha que cuidar. Quando fiz 20 anos, quando comecei a ter um contato maior com Instagram e via as blogueiras falando de passar hidratante e protetor solar antes da maquiagem. Comecei suave, com passinhos, não sabia como era a minha pele, mas ela se adaptava bem a tudo. Comecei a usar argila verde no rosto, duas vezes por semana, comecei a fazer massagens faciais, comprar umas pedrinhas pra passar no rosto..."

A Waleska conta que comprou a linha completa de uma marca e "depois de anos passei do exagero da maquiagem pra zero maquiagem e um milhão de produtos na pele". Até que ela começou a sentir a sua pele reagir com a descamação. E então ela foi pro básico: higienização + hidratação + proteção.

"Esse ano acho que todo mundo entrou nessa vibe de menos é mais".

Gostou desse papo em Goiás? Fica de olho aqui no blog que logo tem uma nova parada da nossa Turnê Sallve!

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