A pele sensível, por Gabi Negreiros

"Eu acho que a minha pele é sensível desde sempre, mas eu só fui notar mesmo na adolescência", Gabi Negreiros.

Foi em uma das paradas virtuais da nossa Turnê Sallve, no Rio Grande do Norte, que conhecemos a Gabi Negreiros, a irmã que todo mundo aqui sonhou em ter ao seu lado. (Você que também é filho único, pode suspirar comigo).

A Gabi contou na Turnê que por conta da sensibilidade, ela procurou cuidar da pele desde cedo e brincou: "desde sempre sou amiga da dermatologista". E ela não cuida só da sua pele como também estende esse amor, testa os produtos e monta a rotina de cuidados para a pele para a irmã mais nova e para a mãe. Um carinho enorme e que faz bem para a saúde da pele da família. E conta que ainda não chegou na jornada da pele completa da irmã, mas "quero ver se ela cria a rotina pra ela ir evoluindo" nos cuidados.

Entendendo a pele sensível

Uma série de fatores pode desencadear a sensibilidade na pele com vermelhidãococeira, ardor ou irritação. Quem tem pele sensível começa a entender quais são os ingredientes amigos da pele e um dermatologista é essencial para se encontrar um equilíbrio.

Uma rotina para pele que sofre de sensibilidade é feita com limpeza suave, hidratação e proteção solar, com produtos hipoalergênicos sem fragrâncias e corantes, além de outros inimigos da pele sensível, como o petrolato, o parabeno, o álcool e o sulfato. Saiba mais: Pele sensível, aprenda a identificar ingredientes amigos e inimigos.

Sensível desde sempre

Para saber mais dessa relação com a pele sensível, que começou tão cedo, conversamos com a Gabi. "Eu acho que a minha pele é sensível desde sempre, mas eu só fui notar mesmo na adolescência que é quando comecei a me depilar, a passar lâmina (ficava com a pele escura, pelo encravado e foliculite), comecei a menstruar, a ter espinhas. E quando essas coisas são inseridas na rotina você percebe a pele sensível. Quando você começa a menstruar aparecem as espinhas, aparecem todos sintomas, vai na dermatologista, começa a passar o ácido e você percebe que aquilo não está funcionando para a sua pele. Você percebe que as alternativas que todo mundo usa não funcionam.

Além desses fatores, eu sou diagnosticada com transtorno de ansiedade generalizado (TAG) e eu percebi que a minha ansiedade afeta muito a minha pele. Pude perceber visivelmente: no início do isolamento eu estava muito tranquila de foliculite, de tudo. E apareceu foliculite nas costas, na bunda, em tudo.

A ansiedade é um fator pra melhora ou piora da sua pele. Uns meses antes da pandemia a minha pele estava maravilhosa, estava mais tranquila e depois do isolamento ficou horrível.

A pele é o maior órgão do seu corpo e tudo influencia: o que você come, se você bebe água direito, além de o que você passa no rosto, como você está psicologicamente. Essas coisas podem acontecer com todo mundo, vai além da pele sensível.

Gabi Negreiros

Sensibilidade no rosto e corpo

"A primeira vez na dermatologista eu tinha entre dez e 15 anos e foi por conta de foliculite, pelo encravado, pele com muita espinha e cravos e porque a minha axila era muito escura". A Gabi tem uma série de Stories em que conta a saga para encontrar um desodorante sem álcool, sem fragrância, sem alumínio, que não cause vermelhidão, coceira e incômodo, que cumpra a função de desodorante e não a deixe com cheiro. Se você também passa pelo mesmo sufoco, super vale a pena assistir.

"A dermatologista passou um creme para estrias porque eu sempre fui de emagrecer e engordar muito rápido, tentando resumir: desde nove anos eu uso aparelho e no período que fazia manutenção eu não conseguia comer direito. Passava um tempo e comia melhor e ficava nesse efeito sanfona e tenho várias estrias e agora pensando não tem problema nenhum. Mas naquela época era ó meu Deus, fim do mundo e vários cremes fedorentos".

Erros e acertos na rotina

Boa parte de nós passou pela fase de carregar na maquiagem pra esconder as espinhas. E percebemos na pele que nem sempre isso dá certo. A primeira rotina da Gabi "era com sabonete para pele acneica que retirava o óleo em excesso, um ácido e protetor solar". Hoje a Gabi entendeu que a sua pele precisa de um sabonete suave, de uma boa hidratação e proteção solar.

"E como eu era mais nova, basicamente eu enchia a minha cara de maquiagem em pó porque queria esconder as espinhas", completa ela, contando a experiência que muitos de nós lembra bem de ter feito igual.

Antes de testar um novo produto

"Pra tudo o que eu vou comprar, e não só com o que vou passar no rosto, eu pesquiso muito: a embalagem, a composição. Quando eu procuro resenha fico: mas por quê esse produto é maravilhoso? Por isso gosto tanto das resenhas da Karen Bachini e do Tássio Santos, porque eles explicam. Eu gosto de saber como é a pele da pessoa e quais são os gostos dela, porque não adianta eu dizer compre isso que é maravilhoso e funcionou pra mim se eu não sei como é a rotina daquela pessoa.

Outra coisa muito importante pra mim é a textura, porque além do cheiro, que se me incomodar eu não vou usar, vale o mesmo pra textura. Eu já tenho consciência de que se eu não gostar, não vou usar e é muito triste comprar um produto e não usar até o final.

Depois de observar o cheiro, a textura e a embalagem, eu vejo a filosofia da marca. É uma coisa que eu já fazia antes mas depois de começar a estudar design de moda, acho essencial pra vida de todo mundo. Saio falando pra todo mundo que quiser me escutar. Eu não sou vegana mas vejo se ela é vegana e cruelty free porque já tem muitos que conseguem ser, então por quê ainda tem marcas que testam [em animais]? Não vejo muito sentido. Dou também prioridade a produtos nacionais".

A Gabi pula o teste atrás da orelha ou no pulso: "Geralmente testo direto no meu rosto, porque se já vi que não tem álcool - inimigo da pele sensível -, que não tem os ingredientes que não deram certo pra mim, vou direto no rosto. A primeira coisa que faço ao acordar é observar se o meu rosto tá vermelho, se incomoda.

É sempre importante lembrar que além de procurar produtos que deem certo, tem coisas que eu evito, que eu já sei que dão errado. Por exemplo, eu não faço depilação a cera, nem quente e nem fria, porque me deram alergia. Então vou cortando essas coisas que já sei que dão errado. Com a pele sensível, você precisa sempre observar o que dá alergia, o que precisa cortar. É muito mais importante você saber o que você vai cortar do que o que você pode usar".

Para inserir um novo produto na rotina "eu vou intercalando, um dia sim e um dia não, até porque fica mais fácil de observar".

É sempre um grande exercício de observação, do que eu gosto versus o que minha pele precisa.

Gabi Negreiros

"Ano passado eu fiz uma cirurgia no rosto, não acho que tenha deixado minha pele mais sensível, mas eu descobri uma coisa chamada parestesia, um formigamento que pode dar nos pacientes no pós-cirúrgico da ortognatica. Ouve uma grande mudança na minha rotina, eu gostava de usar máscaras de argila o tempo todo. Mas depois da cirurgia eu percebi que não funcionava mais, era como se o formigamento (parestesia) aumentasse quando eu tava com a máscara. E todo um processo de observação, prestar atenção quando, em que momento a parestesia aparece. Foi aí que eu entendi que precisava procurar um produto que eu não deixasse na pele, mas que tivesse a ação que eu gostava na argila que era esfoliar. Por isso eu atualmente tenho quatro esfoliantes… E queria dizer que o da Sallve é o que eu mais gosto em relação ao custo benefício".

E você? Também convive com a pele sensível?

Não se esqueça: consultar um dermatologista é sempre a opção mais correta para manter a saúde da sua pele em dia! 😉

Tem alguma dica, dúvida ou sugestão? Fale com a Sallve. A gente adora trocar experiências!

vamos conversar?

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