Física, química, biológica: conheça os tipos de esfoliação

Esfoliar é o processo de remoção de células mortas da superfície da pele

A esfoliação da pele é uma parte importante da rotina de skincare. É querida por muita gente, mas também tem aqueles que morrem de preguiça. Se você tem dúvidas se deve ou não fazer, a gente te conta porque é necessário incluí-la na sua vida. Com parcimônia e equilíbrio, afinal, em excesso não é nada bom!

Crédito: Amplitude Magazin/Unsplash

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Esfoliar é o processo de remoção de células mortas da superfície da pele. Se você não retira esses resíduos, a pele fica opaca, sem brilho e vitalidade. Ou seja, não é saudável! A gente já contou em post aqui no blog um pouco da importância desse processo e te explicou como incluir na rotina, de uma a duas vezes por semana, de acordo com o indicado pelo seu dermatologista.

Porém, o que muita gente não sabe é que existem três tipos principais de esfoliação, cada um com suas vantagens e particularidades. Com certeza alguma delas (ou até mais do que uma) vai se encaixar melhor dentro das necessidades da sua pele.

Crédito: Design by Freepik

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  • Física/Mecânica: É a mais conhecida e atua por atrito.
    Retira as células mortas a partir do atrito promovido por pequenas partículas presentes em um creme esfoliante, por exemplo, em contato com a pele. Deve sempre ser feita de forma gentil, já que se empregarmos muita força, podemos acabar sensibilizando a pele. Há também peelings físicos em que são usados aparelhos de microdermoabrasão por fluxo de cristais ou lixas de pontas de diamantes. Esses são feitos apenas por dermatologistas.
  • Química: Aqui não há grânulos! A esfoliação é feita com substâncias químicas seguras, como os Alfa-hidroxiácidos (AHA), que tem o Ácido Glicólico como uma de suas estrelas. Na esfoliação química, o produto faz com que as células mortas se desprendam, deixando a “pele nova” com mais brilho e uma textura mais macia. 

Crédito: Authentic Images/Pikwizard

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  • Enzimática/Biológica: Não é tão falada quanto as outras duas, mas deveria! Esfoliantes enzimáticos utilizam enzimas para “digerir” o acúmulo de células mortas da superfície da pele. Podem vir de compostos naturais (biológicos), mas também podem ser sintéticas. No caso da biológica, ela utiliza enzimas proteolíticas vindas da natureza – como a papaína (do mamão), bromelina (do abacaxi) ou a enzima da romã -, que quebram a proteína e fazem a degradação da queratina na camada mais superficial da pele, deixando-a mais fina, uniforme e viçosa. Costuma ser bem tolerada até por peles mais sensíveis.

Vale lembrar! Consultar um (a) dermatologista é sempre a opção mais correta e saudável para cuidar da melhor forma possível da sua pele! ;)

Tem alguma dica, dúvida ou sugestão? Fale com a Sallve. A gente adora trocar experiências!

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